Logo abaixo disponibilizamos um breve resumo do livro Question Mark Butterfly para que você tenha uma idéia do assunto do qual ele trata. Se rolar a página você terá a oportunidade de fazer a leitura online.
De uma maneira revolucionária em conceitos de poesia, José Humberto Henriques traz mais um livro de tradução híbrida para seus leitores.
Trata Question Mark Butterfly de poemas em sinais de pureza enorme.
Alia, por tal ser híbrido, o desenho com recursos de computação muito simplórios, com a palavra trabalhada ao seu grau mais esmerado.
Esse livro fecha o trabalho de um quarteto de compêndios que o autor gosta de chamar de poemas infantis.
Trata-se o quarteto de A Menina que fez Tranças no Vento; Perdigotos de Cor e Tonhão, o Indiozinho Apinajé.
Esse quarteto é trabalhado de maneira muito distinta.
Cada livro tem sua personalidade própria e acaba mesmo sendo um grande e puro desafio para o público leitor, esse que o autor diz ser um público infantil ou infanto juvenil.
Porém, como foi dito em etapas anteriores de apresentação dos outros três livros, os quatro podem ser aproveitados, e com grandes vantagens, por um público adulto, já que a introdução à filosofia e à física quântica está presente em todos os volumes.
Quando se chega a um limite de construção como esse – a se imaginar que deveras é um limite -, o leitor fica a remexer com sua própria capacidade de entendimento dos fenômenos ditos normais e anormais em um poeta qualquer.
Nesse caso, romancista, ensaísta, novelista, poeta, contista, cronista e ainda autor de certas peças para o teatro, J Humberto Henriques apresenta seu livro de número 351 à amazon.com/kindle.
Pelo fato de exercer a profissão de médico de maneira diária e profissional – a dizer-se que o doutor ainda está trabalhando nisso com afinco, de maneira bastante ativa -, fica complicado entender como esta produção se esmera a cada dia.
Henriques tem a preocupação de forjar a qualidade em seus empreendimentos, posto que com dificuldade para explicar o tempo de que dispõe para tanto -, precedendo sempre a qualidade pela qualidade.
Todos os desenhos propostos são borboletas estilizadas, de todas as cores possíveis e imagináveis.
Como se fossem borboletas desenhadas pelas mãos de uma criança.
Não há preocupação alguma com a fidedignidade diante de qualquer espécie.
Aliás, a question mark butterfly não chega a fazer parte do texto e muito menos dos desenhos, a não ser no último visual cercado elo seu poema, quando o poeta dedica esta parte sob a forma de epílogo à filha, Maria Clara.
De tal sorte que, diante desses argumentos, a proposta é mesmo esta, de ser um livro infantil, já que, na época em que foi escrito e publicado, Maria Clara tinha nove anos de idade.
Livros infantis na mão do poeta tornam-se muito mais amplos.
Quando se pensa, ao ler um livro assim, que tudo está debandado para a banda irrisória e primitiva do processo de criação, aprimora-se mais e mais a concepção criativa e a poesia ressurgem com sua força estética sem fim, sem limites.
Na verdade, esse conceito aqui vigente se esvai pouco a pouco porque estamos tratando de um modelo novo em poesia.
Nos dias de hoje, mesmo as crianças precisam de um estímulo muito sensorial para que se tornem adeptas da leitura da poesia.
Da forma como tem sido tratada, a tendência é que seja a cada dia mais menosprezada em função da ascensão permanente dos meios de comunicação de massa, esses especialistas em trazer a vulgaridade ao mundo das inteligências ou da inteligência vulnerável, esse lugar-comum em dias hodiernos.
Assim, quando um determinado público se depara com um processo criativo assim, o resultado do impacto acaba mesmo sendo benfazejo porque isso vai despertar para novas leituras e novos conhecimentos.
A disfunção proposta pelo embrutecimento dos sentidos, vide os programas de domingo das televisões populares, acaba por ser um fator a ser considerado pelas mentes que pensam.
E a escolha bem orientada deve mesmo recair para o lado do bom gosto e da estética.
A Arte sofre muito nas garras da depredação, mesmo aquela sugerida pelos governos de esquerda que propuseram a agonia das artes de qualidade.
Isso pode ser revertido, mas demanda
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