MARCOS AVELINO MARTINS
Quero este livro!Logo abaixo disponibilizamos um breve resumo do livro O VENTO QUE NA JANELA SOPRAVA: POEMAS (OLYMPUS Livro 25) para que você tenha uma idéia do assunto do qual ele trata. Se rolar a página você terá a oportunidade de fazer a leitura online.
28º livro de Poesia do autor, todos eles no Clube de Autores e Amazon, em versão impressa e digital, juntando-se a:
1.
OS OCEANOS ENTRE NÓS
2.
PÁSSARO APEDREJADO
3.
CABRÁLIA
4.
NUNCA TE VI, MAS NUNCA TE ESQUECI
5.
SOB O OLHAR DE NETUNO
6.
O TEMPO QUE SE FOI DE REPENTE
7.
MEMÓRIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO
8.
ATÉ A ÚLTIMA GOTA DE SANGUE
9.
EROTIQUE
10.
NÃO ME LEMBREI DE ESQUECER DE VOCÊ
11.
ATÉ QUE A ÚLTIMA ESTRELA SE APAGUE
12.
EROTIQUE 2
13.
A CHUVA QUE A NOITE NÃO VIU
14.
A IMENSIDÃO DE SUA AUSÊNCIA
15.
SIMÉTRICAS – 200 SONETOS (OU COISA PARECIDA) DE AMOR (OU COISA PARECIDA”)
16.
AS VEREDAS ONDE O MEU OLHAR SE PERDEU
17.
A MAGIA QUE SE DESFEZ NA NOITE
18.
QUAL É O SEGREDO PARA VIVER SEM VOCÊ?
19.
OS TRAÇOS DE VOCÊ
20.
STRADIVARIUS
21.
OS SEGREDOS QUE ESCONDES NO OLHAR
22.
ATÉ SECAREM AS ÚLTIMAS LÁGRIMAS
23.
EROTIQUE 3
24.
OS POEMAS QUE JAMAIS ESCREVI
25.
TUA AUSÊNCIA, QUE ME DÓI TANTO
26.
OS DRAGÕES QUE NOS SEPARAM
27.
A NOITE QUE NUNCA MAIS TERMINOU (inédito)
Algumas amostras:
“Deixo aqui este último relato, que enviarei pelo transmissor, / E provavelmente levará anos para chegar ao seu destino, / Afastem-se desse planeta, pois nele habita o puro horror, / Não voltem aqui nunca mais, pois este é um mundo assassino!”
“Confesse, mesmo que não seja verdade, / O quanto meus poemas em você penetraram, / Como meu lirismo o seu vazio invade, / E seus lábios sentem falta dos meus, que nunca beijaram!”
“Este será o nosso legado, um mundo extinto, / Num braço perdido dessa Galáxia obscura, / Um Sol amarelo, para sempre de sangue tinto, / Olhando pela eternidade para esse mundo sem cura!”
“Onde foi que você se ocultou / Dessa febre que em você ardia?
/ Quando foi que você se curou / Da paixão que em sua fala se ouvia?”
“Entre riachos de águas correntes / E geladas, / Talvez enfim te decidas / A dar-me beijos ardentes, / Tórridos, incandescentes, / E depois de nos beijarmos, / Liberar-me o teu corpo lindo, / Infindo, / E por horas nos amarmos, / Enquanto a tarde desce / E o teu desejo cresce, / Talvez / Na primeira vez / Em que assim me encantas, / Entre outras tantas,”
“Por que você não repara / Nos versos profanos / Que em meu olhar flutuam?
/ Por que você não mascara / Que faço parte dos planos / Que em seu olhar se insinuam?”
“Mesmo se acaso eu quisesse, / Como sufocar esse mar de versos, / Como evitar que a ti eu confesse / Esse amor que transcende Universos?”
“Ou será apenas uma ilusão de ótica, / Será alguém que com você se parece, / Mas não tem estrelas no olhar?
/ Ou será uma lembrança hipnótica / Que o cair da noite fria me tece, / E faz-me de novo sonhar?”
“O que foi isto que senti quando você me tocou?
/ Que espécie de momento sublime foi alcançado, / Quando cada um de meus pelos se arrepiou, / Como se um anjo me houvesse tocado?”
“Quando eu morrer, ao fim dessas estradas, / Não me enterrem num cemitério qualquer, / Mas sim ao lado dela, / Se possível no mesmo caixão!
/ Deixem nossas mãos entrelaçadas, / Para que não fique, por um momento sequer, / Sem sentir sua presença, na mesma cela / Onde nos reuniu a Escuridão...”
“Quando foi que começou esse desencontro / E a desilusão acampou lá fora?
/ Quando a tristeza veio ao nosso encontro / E depois nunca mais foi embora?”
“Sua ausência tem me doído tanto / E trazido uma saudade que não engulo / Preenchendo de tristeza cada canto / Por onde solitário e triste perambulo”
“Esse seu silêncio me perturba / Mais do que se gritasse comigo / Mais do que se houvesse uma turba / Tentando invadir o meu abrigo”
“E se amanhã eu me tornar triste, / E levar toda a sua alegria embora?
/ E se o bandido vier com a faca em riste, / Ou se o inverno chegar fora de hora?”
“Desejo tua carne surpresa, / Acesa, / Atenta, / Sedenta... / Desejo tua carne ilícita, / Solícita, / Serena, / Obscena...”
“Nesse mundo binário, / És o tudo / Ou o nada, / O escudo / Ou a espada, / O peixe ou o aquário?”
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