Cacto com leite de trigo

Sara Hirst

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Logo abaixo disponibilizamos um breve resumo do livro Cacto com leite de trigo para que você tenha uma idéia do assunto do qual ele trata. Se rolar a página você terá a oportunidade de fazer a leitura online.

— Não. Mas penso que encontrarei.

— É necessário partir pela porta de Del-Pololo — o mendigo tremulou na escuridade uma mão. — Bem, se me acordou, vou me despedir de você. Não tem algo para mim para a memória, seria agradável para mim? E você grande dano mim, saiba?

Sem uma palavra, Fyora rebuscou em volta da bolsa de Juana onde empurrou uma cadeia e um medalhão com o qual também quis valer a pena. À surpresa, tateou com a mão várias moedas; tendo tirado um deles e pensando que é um ducado, sem olhar, pô-lo em uma palma ao mendigo que aproximou uma lâmpada. Entendeu que não se enganava, tendo visto como isto tentou uma moeda no dente.

— Ouro! — exclamou. — Me surpreenderia se não encontrasse o par de tais moedas nesta casa. Agora iremos!

Só lhe mostrarei o caminho, e partiremos. Não quero isto fui visto em conjunto com a mulher que parte de Borgia!

Levou-o no estreito, sem lâmpada uniforme a rua. Os olhos de Fyora gradualmente acostumaram-se à escuridade. Além do céu foi limpado com tempos de nuvens, e logo as estrelas foram visíveis. A pessoa andou rapidamente, mas a mulher jovem não ficou para trás ele. Finalmente vieram à enorme terra inútil na qual as ruínas da igreja foram vistas. O mendigo parou:

— Aqui o deixarei. Deve ir diretamente, tendo partido no mausoléu de Augusto de lado esquerdo.

— Também é o mausoléu de Augusto? — Fyora foi surpreso.

— É o que permaneceu dele. Vá, e partirá à porta de cidade. Agora não tempo para misturar-se.

Até não conseguiu agradecê-lo como foi dissolvido em uma sombra densa da igreja destruída. Fyora esteve o minuto na borda desta heathland, gostando da sensação esquecida há muito: foi um, foi livre. Uma vez que aparece atrás da porta de cidade, antes que lá será só uma condução de longo caminho à sua Florença favorita. Esqueceu-se da noite, não se sentiu frio, não pensou que é exposta ao perigo até que as paredes de Roma não permaneçam distantes atrás. É absolutamente direito que o primeiro golinho da liberdade tomada pelo preso o intoxica.

Quis dirigir isto a sensação da liberdade amplificada, mas seria perigoso na terra desigual e além disso na escuridade completa.

Fyora moveu-se na direção especificada, tento não tropeçar sobre pedras, lamentando que não tivesse perto de à mão nenhum pau para tatear com a mão o caminho adiante.

Já esteve perto do mausoléu abandonado em que fundo luz débil quando repentinamente alguém a prendeu atrás do amanhecido. Quando tentou, não conseguiu escapar.

— Pegado! — a exclamação que triunfa soou.

— Delira! — outra voz respondeu. — Provavelmente, pegou algum pastor!

— Digo-lhe que é a mulher! E simplórios nele redondo e elástico!

Outras mãos começaram a sentir o seu peito, e alguém inconsideradamente o fechou uma boca que não gritou. Pensou que caiu em mãos de ladrões e tentou morder por uma mão daquele que o manteve, mas neste momento a voz imperiosa foi distribuída:

— Conduza-o aqui. Vamos olhar a que é semelhante!

Resisti-lo foi inútil. As pessoas em máscaras que o mantêm criaram Fyora com negligência ao mausoléu. Veio para estar em algum nicho iluminado com uma lâmpada escura.

Fyora foi lançado na terra, e viu antes de si mesma o homem alto e forte em cujo a cara lá foi uma máscara também, decorado da camisola de merda que foi vista de baixo de uma larga capa impermeável preta. Esteve, tendo colocado pernas, tendo descansado mãos contra lados, e, examinando-o, rapacemente sorriu.

— Mantenha-o mais forte! — ele quando viu que a mulher jovem, resistência, tentou subir aos pés encomendados. — Sim mesmo somente enfureceu o gato! Mas, ao que parece, tivemos sorte. Proveito excelente, honestamente! Aqueles que normalmente vêm à noite a estas ruínas atrás de uma grama, não tal sedutor! Vamos olhar para ele mais perto! Desfaça-o um corpete, Orlando!

E você, Guido, elevador contorna.

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